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Cristã é mantida em cativeiro pela família na Arábia Saudita

Uma cristã está sendo mantida em cativeiro pela própria família na Arábia Saudita. Sem ter sua identidade revelada, a mulher foi proibida de sair da casa dos parentes, após eles a chamarem na residência alegando que sua mãe havia adoecido após receber a vacina contra o coronavírus.

A mulher está impedida de voltar para o filho e o marido, Ahmed (nome fictício), que tem sofrido perseguição após ajudar uma irmã a fugir de casa por sofrer abusos após se converter a Cristo. Ahmed tem uma audiência marcada para o dia 30 de maio e está tentando fazer com que a esposa seja liberta pela família.

Responsável por ajudar cristãos que sofrem perseguição ao redor do mundo, o ministério Portas Abertas pede ajuda em oração pela família de Ahmed. A Arábia Saudita ocupa a 14ª posição na lista de países que mais perseguem cristãos, que sofrem com a opressão islâmica e a ditadura na região.

Com uma população com mais de 34 milhões de habitantes, apenas pouco mais de 1 milhão dos moradores na Arábia Saudita são cristãos. Abandonar o islã é um dos maiores pecados que um muçulmano pode cometer e as mulheres cristãs de ascendência muçulmana são expostas a uma pressão que é agravada por seu gênero e correm risco de violência física, assédio verbal, prisão domiciliar e casamento forçado com um muçulmano conservador como uma medida “corretiva”. Em tais casamentos, as mulheres tendem a sofrer abusos sexuais e psicológicos.

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Rafael Ramos

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