Cristiana consegue fugir de cativeiro do Boko Haram, despões de quatro anos.

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Jumai, de 35 anos, é de uma cidade para perto de Chibok, em Nigéria. Esta mulher cristã que estava presa em um cativeiro do grupo terrorista Boko Haram conseguiu escapar e revelou para a imprensa detalhe sobre como estão às outras mulheres que permaneceram.

Cristiana consegue fugir de cativeiro do Boko Haram, despões de quatro anos.
Cristiana consegue fugir de cativeiro do Boko Haram, despões de quatro anos.

Ela foi sequestrada pelo Boko Haram junto com seus seis filhos, em abril de 2014. Na mesma época em que mais de 200 meninas foram raptadas de uma escola secundária em Chibok. De acordo com depoimentos, o filho mais velho de Jumai uniu-se ao Boko Haram e organizou o escape de sua mãe e seus irmãos.

A notícia de seu escape se difundiu pela cidade, os pais das meninas do Chibok correram para ver se ela tinha informação de suas filhas. Ela disse que 38 meninas são mantidas em um acampamento e 25, em outro.

Jumai revelou que conseguiu identificar uma das meninas. Seu nome é Aisha, a mulher conseguiu identificá-la por meio de uma foto que os pais da menina lhe mostraram.

O pai de Aisha, Lawal Zannah, tinha contado à agência de notícias Reuters que Jumai tinha informado sobre estar no mesmo acampamento que sua filha e outras cinco meninas.

“Ela disse que minha filha estava sofrendo com um problema no olho e eu sabia que era verdade, pois o problema começou dantes dela ser sequestrada”, afirmou o pai da menina. Outros pais ficaram frustrados por não ter notícias das filhas.

Dois cativeiros

Por telefone, a cristã que conseguiu escapar informou à Reuters que os militantes do Boko Haram não permitem liberdade de movimento para suas “esposas”. Jumai disse que só uma das garotas, Dorcas Yakubu, não quer voltar a casa e tem liberdade e o declarou em um vídeo de propaganda do Boko Haram

“Outras mulheres que escaparam do cativeiro disseram que as meninas são mantidas em duas vilarejos no norte de Camarões”, comentou à revista digital nigeriana Daily Trust, Yakubu Nkenke quem é o presidente da Associação dos Pais das Meninas de Chibok.

Nkenke disse que “Sete meninas estão em Garin Magaji, enquanto outras 50 estão em Garin Mallam, onde vivem com seus maridos e filhos”. Ele ainda apelou ao presidente Muhammadu Buhari para colaborar com o governo de Camarões para resgatar as meninas.

“Agora que confirmamos que nossas filhas estão vivas, imploramos que o governo tente as resgatar”, pediu o pai de Aisha.

Os pais das meninas que ainda permanecem em cativeiro aguardam que as autoridades do país tomem alguma medida. Os pais das seis meninas que estavam com Jumai disseram que estão só dependendo do governo do país.



Fonte: Bibliatodo

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