“Eu cantava para ela todo dia”, diz mulher que viu mãe acordar após terceiro mês de coma

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O trabalho de capelania hospitalar presta serviços de assistência espiritual para pessoas que estão internadas e enfermas. Amanda Moreira realiza esse serviço e se dedica a ajudar muitos que necessitam. Para que ela chegasse a esse trabalho, precisou testemunhar a vitória de sua mãe que saiu do coma após suas insistentes orações.

“Antes de nascer no meu coração, nasceu no coração de Deus. Em 2014 minha mãe era paciente paliativa e ela ficou três meses internada na Santa Casa. Por ser filha única fiquei uns três meses na Santa Casa morando com ela, dia e noite. Minha mãe foi dada como morta, ela ficou 52 dias em coma e teve dois AVCs”, contou Amanda.

Mas, os problemas de sua mãe não haviam acabado. “Ela teve infecção generalizada e oito paradas cardiorrespiratórias. Minha mãe foi o milagre do Senhor, pela medicina ela era impossível de sobreviver. Porém, eu acredito que tudo tem um processo. Foi necessário acontecer isso com a minha mãe para que nós duas pudéssemos nos reconciliar”, revelou.

“Minha mãe me abandonou. Desde o ventre ela me rejeitou. E eu fui obrigada a morar com a minha mãe em 2012. Eu a odiava, eu tinha essa dificuldade e foi no leito do hospital que surgiu isso tudo. Hoje, sou apaixonada pela minha mãe e foi nesse processo que eu saí do meu antigo emprego. Sabia que havia um propósito para mim naquele hospital”, colocou.

“Os médicos olhavam para mim e diziam: ‘Vai embora para sua casa, não tem mais o que fazer. Sua mãe não tem mais condições, ela vai sair daqui para um caixão’. Todos os dias eu ia no CTI, eu orava, lia a Bíblia para minha mãe e cantava louvores. Eu agradecia a Deus e só vinha notícias terríveis. Até que a minha mãe foi transferida para a ala de pacientes terminais”, disse.

Um ministério

Após três meses de coma, a mãe de Amanda teve melhoras até que saiu do estado. Não havia qualquer sequela. “Nesse período eu vi que muitos pacientes estavam na mesma condição que eu. Estava difícil, eu via que filhos abandonavam os pais. Eu presenciei isso e comecei a ter um amor por aquelas pessoas”, explicou.

“Eu resolvi voltar para o hospital e queria fazer esse trabalho voluntário. Desde 2014, até três vezes por semana eu durmo na Santa Casa ou onde precisar. Eu não cobro nem a passagem. Eu gosto mais de pacientes paliativos porque às vezes a pessoa não quer ninguém para estar com ela naquele momento. Ela não precisa de um remédio ela precisa de uma palavra”.



Fonte: Guia me

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