O Hospital Maternidade Nacional, com sede em Dublin na Irlanda, publicou recentemente um anúncio com vaga de emprego explicando que os candidatos devem estar dispostos a ajudar a realizar abortos. Polêmico, o anúncio recebeu críticas de ativistas pró-vida.

Os cargos são para consultoria em anestesia, ginecologia e obstetrícia.

“Os portadores de cargos fornecerão atendimento ambulatorial, serviço de atendimento ambulatorial e atendimento ambulatorial, além de tarefas de ensino, administração e gerenciamento, que, a partir de 2019, incluem o cancelamento opcional dos serviços de gravidez”, informou o anúncio.

O anúncio diz ainda que profissionais experientes “deverão contribuir para este novo serviço como parte de seu plano de prática”.

Peter Lynas, da Aliança Evangélica, discordou do anúncio, postando uma imagem dele no Twitter na última sexta-feira (15), e afirmando que o hospital está alienando possíveis funcionários que são moralmente contrários ao aborto.

O hospital disse em um comunicado ao Irish Independent que o posto de trabalho estava ligado ao financiamento do Departamento Executivo de Serviços de Saúde da Irlanda para serviços de aborto legal.

“Estes postos [de trabalho] adicionais específicos estão sendo financiados especificamente de uma alocação financeira para o hospital do HSE para a prestação de serviços de interrupção da gravidez e são para pessoas dispostas a contribuir para a prestação destes serviços”, afirmou o hospital.

Em maio do ano passado, os eleitores irlandeses revogaram a Oitava Emenda do país, predominantemente católica, que havia lido que o governo reconheceria “o direito à vida do não-nascido e, com o devido respeito ao direito igual à vida da mãe”.

Atualmente, a nova lei na Irlanda permite abortos de até 12 semanas a partir do início de uma gravidez e depois para “circunstâncias excepcionais” após 12 semanas.

No final de dezembro, foi relatado que o National Maternity Hospital iria começar a aceitar encaminhamentos ao aborto em 7 de janeiro, após a revogação oficial da emenda pró-vida.

“Só podemos aceitar referências de clínicos gerais e serviços baseados na comunidade, como a Associação de Planejamento Familiar da Irlanda”, explicou o hospital, conforme relatado pelo The Journal.

 



Fonte: Guia me

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