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IURD acusa Globo de perseguição religiosa no RJ

Bispo Edir Macedo
Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.

As organizações Globo, através de seu canal de televisão e os sites jornalísticos ligados a ela, vem fazendo uma série de denúncias contra a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e o prefeito Marcelo Crivella, que é bispo licenciado da denominação.

Uma delas é sobre a realização de “eventos em escolas públicas” no Rio de Janeiro.  Uma das reportagens da emissora retratou as ações da IURD como uma suposta violação do Estado laico.

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A igreja emitiu uma nota com todas as explicações, mas reclama que foi censurada, pois não ganhou o direito de resposta esperado.

Além disso, o juiz Rafael Cavalcanti Cruz, da 7ª Vara de Fazenda Pública do Rio, determinou que o prefeito Crivella seja “impedido de usar espaços públicos para a realização de proselitismo religioso e de conceder privilégios para a utilização destes locais por pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus”.

A denominação lembra que “eventos comunitários são frequentemente realizados em espaços públicos, como praças e escolas, por diferentes entidades, inclusive pela Rede Globo de Televisão – empresa que todos os anos desenvolve a chamada “Ação Global”.

Destaca também que a Universal mantém 13 programas sociais, que atenderam 9 milhões de brasileiros em 2017, e que todos são gratuitos.

Além disso, o Extra, jornal que pertence à Globo, fez um levantamento sobre a utilização de espaços públicos no Rio de Janeiro e “a Igreja Católica foi a que mais utilizou unidades da rede: foram 24 ocasiões (…) Já igrejas evangélicas utilizaram os espaços 16 vezes — sendo cinco para a Universal”.

A explicação apresentada pela IURD afirma que há “perseguição religiosa” por parte do Grupo Globo e “com a Constituição Federal nas mãos, combateremos o preconceito contra os evangélicos”.

Leia a nota na íntegra.

“Com referência aos fatos citados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro – que apenas mencionam a Igreja Universal do Reino de Deus, pois não se tem notícia de que exista qualquer acusação contra a instituição – esclarecemos o seguinte:

– Eventos comunitários são frequentemente realizados em espaços públicos, como praças e escolas, por diferentes entidades, inclusive pela Rede Globo de Televisão – empresa que todos os anos desenvolve a chamada “Ação Global”. Segundo informa o site da emissora, dia 26 de maio de 2018, o projeto foi realizado em pelo menos 5 escolas públicas e em um sambódromo: https://redeglobo.globo.com/acao-global/noticia/acao-global-nacional-sera-realizada-em-28-cidades-do-pais-no-dia-26-de-maio.ghtml . Não se tem notícia de que os governos locais tenham promovido qualquer licitação para o empréstimo dos colégios estatais a uma empresa com fins lucrativos.

– Se a Rede Globo utiliza escolas públicas para “oferecer serviços gratuitos à população” uma vez por ano, a Universal mantém 13 programas sociais que atenderam 9 milhões de brasileiros apenas em 2017: pessoas necessitadas, abandonadas e invisíveis da sociedade. São centenas de eventos realizados mensalmente pela Universal em escolas públicas de todo o Brasil, onde a ajuda social que a Igreja oferece é muito bem-vinda pela comunidade, mobilizando voluntários como médicos, enfermeiros, cabeleireiros, psicólogos, advogados e dentistas para atender, gratuitamente, quem necessita.

– Ainda sobre o uso de espaços públicos para a realização de ações voltadas à comunidade, segundo reportagem do jornal Extra de 12/11/2017, a escolas municipais cariocas receberam, naquele ano, 112 campanhas de vacinação para animais. Entre as instituições religiosas, “a Igreja Católica foi a que mais utilizou unidades da rede: foram 24 ocasiões (…) Já igrejas evangélicas utilizaram os espaços 16 vezes — sendo cinco para a Universal” https://extra.globo.com/noticias/educacao/escolas-do-municipio-recebem-de-missa-samba-em-horarios-ociosos-22057907.html

Estamos convictos de que a sociedade brasileira e a Justiça não aceitarão a perseguição religiosa que o Grupo Globo e alguns oportunistas ensaiam no Rio de Janeiro. Com a Constituição Federal nas mãos, combateremos o preconceito contra os evangélicos.

Solicitamos que estes esclarecimentos sejam levados na íntegra aos telespectadores dos telejornais da emissora e aos leitores dos demais meios digitais do Grupo Globo”.



Fonte: Gospel Prime

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