Conecte-se
Search

Mãe de menino com doença rara diz que sua força vem de Deus

Alicia Barber e Jamison Stam
Alicia Barber e Jamison Stam. (Foto: Alicia Barber)

Uma cristã moradora do estado de Washington (EUA) se refugia na fé enquanto seu filho luta contra uma doença rara. Alicia Barber conta que desde o nascimento, em maio de 2017, o menino Jamison Stam desafia o prognóstico dos médicos.

Eles afirmaram que ele não sobreviveria e agora, um ano depois, sua família continua tentando encontrar uma cura. Embora diga que não tem sido fácil, afirma que não seria possível sem Deus.

Depois de lutar contra a infertilidade durante quatro anos, Barber descobriu que estava grávida de gêmeos em outubro de 2016. Mas a gestação foi muito complicada.

Leia mais

Na 11ª semana de gravidez, um dos gêmeos foi absorvido pelo organismo dela, no que é conhecido como ‘Síndrome do Gêmeo Desaparecido’. Essa condição rara ocorre entre 21 e 30% das gestações multifetais.

Aos sete meses, ela descobriu que sua gravidez se tornou de alto risco e os médicos disseram que o filho que ela ainda carregava provavelmente não sobreviveria. Jamison foi diagnosticado com um raro distúrbio genético chamado Ictiose Arlequim, caracterizada por um “espessamento da camada de queratina que forma a pele do feto”. Comumente, bebês que nascem com essa condição morrem poucas semanas após o nascimento.

As crianças que nascem com esta doença rara desenvolvem uma camada de “escamas” que repuxam e esticam a pele, causando deformações no rosto e em todo corpo. A criança fica com uma aparência deformada, além de apresentar feridas com frequência devido às alterações genéticas. Além disso, esses bebês possuem dificuldades respiratórias, problemas para regular a temperatura corporal e o combate a infecções. Estudos indicam que esse distúrbio afeta cerca de uma em cada 500 mil pessoas.

Contrariando os médicos

“Eles me disseram que ele provavelmente nasceria morto e, caso isso não ocorresse, suas chances de sobrevivência seriam apenas 2%”, revela Barber. Foi então que eles sugeriram se ela queria interromper a gravidez.

“Membros da família e amigos estavam nos dizendo para abortá-lo, mas eu nunca quis fazer isso”, conta a mãe. “Eu queria um bebê e lutei para engravidar durante anos. Não importava se ele tinha alguma deficiência. Deus faz as coisas por uma razão e o tempo dele é tudo que importa”.

Jamison finalmente veio ao mundo em maio de 2017. Pouco depois de ele nascer, Barber revela que caiu em depressão profunda. Apesar de ter nascido em uma família evangélica, ela admite que possuía uma tendência a se afastar de Deus e ter uma vida desregrada.

“Eu era como um tronco à deriva no mar”, compara. “Só fui me agarrar a Deus após eu ter o Jamison. Agora não estou mais à deriva, sei que não posso fazer isso sem Ele. Passei por um período em que achava ser capaz de fazer tudo sozinha, mas isso me derrotou”.

Ela testemunha que foi somente quando se rendeu a Deus que começou a ver a mão Dele se movendo de formas surpreendentes.

Ao completar seu primeiro ano de vida, desafiando as probabilidades, a história de Jamison atraiu a atenção da mídia. Fox News, USA Today, People Magazine e New York Post estão entre os órgãos de imprensa que falaram sobre ele.

Ela acredita que tudo vem sendo uma oportunidade para ela testemunhar. “Eu queria aumentar a fé das pessoas, falando que só chegamos até aqui por causa de Deus.”

Às mães que têm filhos que lutam contra doenças raras, o conselho dela é: “Busquem a Jesus. Você não pode sobreviver sem Ele”. Com informações CBN



Fonte: Gospel Prime

Deixe sua mensagem