Malafaia elogia escolha de Bolsonaro para o Ministério da Educação

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O novo ministro da Educação a partir de 01 de janeiro de 2019 foi anunciado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na última quinta-feira, 22 de novembro, através do Twitter. O professor Ricardo Velez Rodriguez, com extenso currículo, chefiará a pasta com a missão de elevar o nível de aprendizado dos alunos de escolas públicas no país. A escolha foi elogiada pelo pastor Silas Malafaia.

“Gostaria de comunicar a todos a indicação de Ricardo Velez Rodriguez, filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército, para o cargo de Ministro da Educação. Velez é Professor de Filosofia, Mestre em Pensamento Brasileiro pela Pontifícia Universidade Católica RJ, Doutor em Pensamento Luso-Brasileiro pela Universidade Gama Filho, Pós-Doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron, Paris, com ampla experiência docente e gestora”, anunciou Bolsonaro, resumindo a formação acadêmica do futuro ministro.

A indicação para o ministério da Educação foi um dos pontos mais complexos dessa fase de transição governamental, pois a pasta é considerada por muitos líderes evangélicos como vital para reduzir a influência das ideologias de esquerda na formação dos alunos. O nome do educador Mozart Neves havia sido ventilado, mas foi alvo de protestos de parlamentares da bancada evangélica, que sugeriu o nome do procurador Guilherme Schelb.

O presidente Bolsonaro admitiu que o nome do procurador era um dentre os que estavam sendo avaliados, mas horas depois ele mesmo anunciou no Twitter a escolha de Velez Rodriguez para a função, apontando seu extenso currículo acadêmico como um diferencial. Dentre os movimentos sociais de apoio ao futuro presidente, a escolha também foi elogiada, destacando que o nome do professor foi sugerido pelo filósofo Olavo de Carvalho.

Intenções

Ricardo Velez Rodriguez, nascido na Colômbia, mantém um blog e confirmou que sua indicação havia sido feita por Carvalho: “Amigos, escrevo como docente que, através das vozes de algumas pessoas ligadas à educação e à cultura (dentre as quais se destaca o professor e amigo Olavo de Carvalho), fui indicado para a possível escolha, pelo senhor presidente eleito Jair Bolsonaro, como ministro da Educação. Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC, a proposta de governo externada pelo candidato Jair Bolsonaro, de ‘Mais Brasil, menos Brasília’”, escreveu, no dia 07 de novembro.

No artigo intitulado “Um roteiro para o MEC”, Rodriguez diz ainda que Bolsonaro “ganhou definitivo apoio da sociedade brasileira no pleito eleitoral recente, em decorrência de um fator decisivo: ele foi o único candidato que soube traduzir os anseios da classe média, que externou a insatisfação de todos os brasileiros com os rumos que os governos petistas imprimiram ao país ao ensejar uma tresloucada oposição de raças, credos, nós contra eles, como se não pudéssemos, os habitantes deste país, sedimentar alguns consensos básicos em relação ao nosso futuro”.

Em sua contextualização, Rodriguez também expressou preocupação com os extremismos implantados nas administrações do Partido dos Trabalhadores: “Como professor e intelectual que pensa nos paradoxos estratégicos do Brasil, apostei desde o início no candidato Bolsonaro. Achei a sua proposta de escutar o que as pessoas comuns pensam uma saída real para a insatisfação e a agonia que as sufocavam, nesses tempos difíceis em que se desenhava, ameaçadora, a hegemonia vermelha dos petistas e coligados. Graças a Deus o nosso candidato saiu vencedor, numa campanha agressiva em que foram desfraldadas inúmeras iniciativas de falseamento das propostas e de fake news, e em que pese o fato de que ele próprio tivesse de pagar um preço alto com a facada de que foi vítima em Juiz de Fora, desferida por um complô do crime organizado com os radicais de sempre”.

Ao final, destacou o que pretende deixar como marca à frente do Ministério da Educação: “Recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política”.



Fonte: Gospel Mais

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