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Marcha Para Jesus reúne 200 mil pessoas em sua 15ª edição no Rio de Janeiro

Cerca de 200 mil pessoas participaram da 15ª edição da Marcha Para Jesus no Rio de Janeiro, que aconteceu no último sábado (13). Após um hiato de sete anos, o evento voltou com força total à Cidade Maravilhosa e reuniu uma multidão disposta a ver a transformação do local. Com saída da Avenida Presidente Vargas, pessoas de diferentes crenças e classes sociais seguiram até a Praça da Apoteose, onde participaram de mais de cinco horas de show com os principais nomes da música gospel.

Com o slogan “Família! Compromisso de todos!”, o evento promovido pelo Conselho de Ministros Evangélicos do Rio de Janeiro (COMERJ) contou com seis trios elétricos no trajeto da Marcha e a presença de ritmistas do Bloco Cara de Leão, do Projeto Vida Nova de Irajá, e da Bateria Salmo 150, da Renascer em Cristo.

O governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro também compareceu à Praça da Apoteose na companhia de sua esposa Analine Costa. Na ocasião, o presidente do COMERJ, o pastor Cláudio Duarte, convocou a multidão a orar pelo governador e sua esposa. O presidente Jair Bolsonaro também marchou para Jesus ao lado de Michelle Bolsonaro. O chefe do Executivo já esteve em outras edições da Marcha no Rio de Janeiro, antes mesmo de ser eleito presidente, e também esteve este ano nos eventos realizados em São Paulo, Vitória, Fortaleza, Recife, Manaus e Curitiba.

O casal atravessou o trajeto em um trio elétrico ao lado de líderes cristãos, como os pastores Silas Malafaia e Cláudio Duarte e o apóstolo Estevam Hernandes. Michelle orou pelo Rio de Janeiro e, no palco do Sambódromo, ela declarou que “as portas do inferno não prevalecerão contra a nossa família, contra a Igreja brasileira e contra o nosso Brasil”. Em um momento emocionante, Michelle foi convidada pelo cantor Anderson Freire para juntos entoarem o sucesso “O Mapa do Tesouro”.

Presidente Jair Bolsonaro discursou no evento | Foto: Jorge Júnior

Recebido com bastante euforia pelas mais de 30 mil pessoas que acompanharam os shows na Apoteose, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou seu compromisso com o Brasil e disse que a força vem de cada um dos brasileiros.

– O Brasil é um país que está condenado a dar certo, é um país que está condenado a ser cristão, é um país que está condenado a ser livre. Pior que uma decisão mal tomada é uma indecisão ou uma omissão. Quando uma pessoa lavou suas mãos, o que aconteceu com o filho de Deus? O poder, quando falam que emana do povo, isso passa a ser verdade quando o povo escolhe bem os seus representantes. Somente dessa forma nós podemos, mais do que sonhar, ter a certeza de que continuaremos sendo um país livre – declarou.

E como música não pode faltar na Marcha Para Jesus, as pessoas cantaram muito ao som de DJ Marcelo Araújo (Gospel Night), Dan Nascimento, Sarah Beatriz, Anderson Freire, Theo Rubia, Lukas Agustinho, Gabriela Gomes, Tom Molinari, Ministério Nova Jerusalém, Apascentar Music, Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul, Midian Lima, Samuel Messias, Marcus Salles, Renascer Praise, Ministério Sarando a Terra Ferida, Central 3, Lagoinha Worship e Projeto Vida Nova de Irajá.

A apresentadora Cláudia Mattos ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro e dos pastores Alexandre Isquierdo e Cláudio Duarte | Foto: Jorge Júnior

A apresentação do evento foi feita pelo time de locutores da Rádio 93 FM, como Roberto Vidal e Cláudia Mattos, e o pastor Alexandre Isquierdo, que apresenta o programa “Resenha no Rádio” na emissora. A 93 FM inclusive montou um estúdio próximo ao palco onde fez transmissão de flashes e entrevista com os convidados.

Com o sentimento de missão cumprida, o pastor Cláudio Duarte destacou o quão gratificante foi ver a Marcha Para Jesus de volta ao Rio de Janeiro. Parte do calendário oficial do Rio de Janeiro desde 11 de janeiro de 2011, por meio de um projeto de lei aprovado pelo, na época, prefeito Eduardo Paes, o evento já está confirmado para sua edição em 2023.

– Ter a Marcha de volta foi muito gratificante principalmente depois de um período de reclusão, isolamento, amedrontamento e insegurança do povo. Muitas pessoas ainda se sentem desconfortáveis, mas ter a Marcha de volta foi ver que as coisas estão retornando a uma normalidade. A Marcha oficialmente tem uma data que é o último sábado de maio. Então, acredito que, no próximo ano, nós vamos conseguir executá-la com um número maior de pessoas com um ambiente mais tranquilo após eleições e com as coisas normalizadas – finalizou o pastor.

 

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Rafael Ramos

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