Morando nos EUA, Berenice Cline prepara single com grande nome do sertanejo brasileiro

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A cantora Berenice Cline se prepara para lançar um EP com três singles inéditos ainda no primeiro semestre deste ano. Ela, que fez grande sucesso no Brasil com o nome Berenice Medeiros, no final da década de 90 e no início dos anos 2000, quando foi lançada pela Igreja Renascer em Cristo, reside atualmente na Califórnia (EUA) e tem lançado canções periodicamente. Seus futuros projetos incluem um feat com grande nome da música sertaneja no Brasil que professa a fé cristã e que será revelado em breve.

Berenice deu seus primeiros passos na música aos nove anos quando começou a tocar violão. Aos 10 começou a praticar piano e recebeu um convite para integrar o coral de sua igreja, onde atuou por cerca de 6 anos. Os convites não pararam e a jovem cantora rapidamente passou a se apresentar em outras igrejas, hospitais, cultos nas ruas e nas praças, reuniões da Adhonep, além de rodeios. Sempre muito dedicada a adorar a Deus, seja onde fosse chamada, Berenice precisou se mudar para os Estados Unidos em 2008 e foi então que precisou interromper sua carreira solo.

A cantora, que já havia gravado três álbuns no Brasil e que manteve por muitos anos sua relevância na música gospel, sendo destaque em grandes eventos como a Marcha Para Jesus, promovido pela Igreja Renascer em Cristo, e tendo sua música incluída no mais importante álbum de Barretos, se preparava para conhecer uma nova cultura, novos sons e colaboradores. “Quando eu morava no Brasil, já era convidada para fazer shows aqui nos EUA”, conta a artista sobre suas primeiras experiências em solo americano.

Do sertanejo para o country

Após sua mudança para Seattle, Berenice ficou longo tempo sem fazer shows e eventos, se dedicando à sua igreja local. Apesar disso, chegou a lançar um single em 2013, gravado em Nashville, que a fez conhecer grandes nomes da música country. Em 2019, Berenice Cline retomou sua carreira com força total e adicionou o sobrenome Cline para melhor ser reconhecida pelos americanos. A artista, que antes só cantava sertanejo, percebeu a riqueza que há em outros ritmos e passou a abrir seu leque musical.

“Hoje eu canto a música country e também o arrocha, que é uma vertente do sertanejo. Meu público ainda é o povo brasileiro, mas também conquistei a atenção dos hispânos que moram aqui nos EUA. Por isso, mesclo entre esses ritmos”, ressalta Berenice Cline. E para acompanhar essa transição musical, ela tem contado com grandes nomes, a começar por Adilson K. Rodrigues, diretor de seus videoclipes, que são lançados em formato de filmes cinematográficos e que contam com atores profissionais de Hollywood.

Além de produzir os videoclipes, Adilson K. Rodrigues, que é pai da cantora Suelen Lima, também produz suas canções. As novas músicas de Berenice Cline visam alcançar os públicos americano, hispano e brasileiros. “Quero chegar longe, mas com uma proposta diferente das que estão sendo realizadas no Brasil”, revela a artista que tem como referência musical cantores como Carrie Underwood, Faith Hill, Lady Antebellum (Lady A), Wynonna, Terry Clark, Keith Urban, além das brasileiras Rose Nascimento e Fernanda Brum.

Um ministério que salva os perdidos

O retorno de Berenice Cline tem rendido grandes frutos para o Reino de Deus. Um testemunho foi relatado recentemente por uma jovem que planejava tirar sua própria vida, mas se arrependeu após ouvir a canção “Prodigal”. A cantora relembra que quase não gravou o single, mas sentiu que a mensagem deveria ser transmitida.

“Uma amiga do meu filho estava decidida a dar cabo de sua vida. Ele ligou para a moça, e quando atendeu, revelou que iria se matar. Foi quando meu filho pediu que a jovem não fizesse isso e enviou a música ‘Prodigal’ para que ela ouvisse. A moça, que já estava com a faca na mão, começou a chorar e desistiu da ideia inicial. Ela escolheu a vida. Pediu perdão a Deus e disse que queria voltar para Jesus”, relata Berenice Cline.

“Há outros testemunhos sobre minhas canções, mas este é o mais forte que já ouvi. A jovem poderia ter tirado sua vida, mas ela desistiu. Isso me impactou bastante. Não há preço que pague o agir do Espírito Santo por meio de nossas orações cantadas. Sou muito grata pelo ministério que Deus me deu e sei que ainda há muito mais para ser realizado. Um novo ciclo está começando e eu estou bastante encorajada a prosseguir”, finaliza.

Roberto Azevedo

Roberto Azevedo

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