Netflix desdenha de protestos contra desenho com drag queens

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Um grupo conservador dos Estados Unidos está realizando uma petição online para pressionar a Netflix a cancelar a exibição do desenho animado Super Drags no país. A produção, desenvolvida no Brasil, traz conteúdo proibido para menores de 16 anos e é vista como uma promoção da agenda cultural defendida pela militância LGBT.

A entidade Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão) se opôs ao desenho exclusivo da Netflix por compreender que ela integra iniciativas para impor o conceito “politicamente correto” e silenciar o pensamento conservador, que se opõe à visão de mundo da militância.

Para os integrantes da entidade, o conteúdo da série animada Super Drags está “repleto de insinuações sexuais que são inadequadas para o público jovem” e alerta o público sobre o conteúdo: “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, repudia a petição.

De acordo com informações do portal Pipoca Moderna, a petição online já reuniu 20 mil assinaturas. Essa não é a primeira vez que uma produção original da empresa de streaming entra na mira do boicote: em 2017, o grupo Parents Television Council se manifestou pelo cancelamento da série 13 Reasons Why, que aborda o suicídio de uma adolescente.

Oposição

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu um comunicado “contra a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos impróprios na TV”, declarando a série Super Drags como “imprópria para crianças”.

“A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”, diz um trecho da nota.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) representa 40 mil especialistas na saúde física, mental e emocional: “Vários estudos internacionais importantes comprovam os efeitos nocivos, entre crianças e adolescentes, desse tipo de exposição. Ressalte-se o período de extrema vulnerabilidade pela qual passam esses segmentos, com impacto em processos de formação física, mental e emocional”, acrescenta o comunicado dos especialistas.

Em resposta, a Netflix desdenhou dos protestos e publicou um vídeo em que um dos personagens da série diz que “vai ter desenho de veado, sim” na plataforma de streaming, e que os pais que não quiserem que os filhos assistam devem bloquear o conteúdo. Confira:

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Fonte: Gospel Mais

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