“Onde está meu bebê?”, lamenta mulher após realizar aborto

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Uma mulher que abortou na adolescência, disse em um programa de televisão que lamentou profundamente ter realizado tal procedimento.

 

A BBC Two transmitiu na semana passada um episódio do noticiário de Victoria Derbyshire e do programa de atualidades, onde contou com os dois lados do debate sobre o aborto.

Uma das perspectivas foi uma mulher chamada Laura Mann, que sofreu um aborto com 21 semanas de gravidez quando tinha 19 anos de idade.

Mann explicou que ela foi pressionada a se submeter ao procedimento, explicando que “em retrospecto, sei que não estava bem informada”.

Quando entrei para discutir que estava grávida, a primeira opção que me foi dada foi o aborto. Saímos da sala, conversamos por 5 minutos e voltamos, e eu estava com tanto medo, tão confusa. Eu não tinha ideia do que fazer”, disse ela, citada pelo grupo pró-vida Right to Life UK.

“A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi ‘Onde está meu bebê? O que aconteceu com o corpo do meu bebê? E fiquei me fazendo essa pergunta.

Mann lembrou que ela estava chorando logo após o procedimento e que o tempo após o aborto foi “o começo do meu pesadelo“.

Clare McCarthy, da organização Right to Life (Direito à Vida), disse em comunicado divulgado na quarta-feira passada que acredita que a história de Mann é “muito familiar“.

“Ela está certa em perguntar por que o que realmente acontece em um aborto é mantido em segredo. Ela está certa em se sentir decepcionada com [o grupo de provedores de aborto] Marie Stopes, que não a informou sobre o que aconteceria com seu bebê ”, afirmou McCarthy.

Outra participante do programa, chamada Sam, explicou que havia feito dois abortos porque acreditava não ter recursos financeiros para sustentar uma criança.

Enquanto explicava que era uma “decisão fácil” e que ela se sentiu “aliviada” após os abortos, Sam também disse que ela não estava “preparada para o pedágio emocional“.

Eu senti que poderia voltar ao trabalho imediatamente e estaria tudo bem. Mas acabei levando precisando ficar afastada por uma semana”, lembrou ela, conforme relatado pela BBC.

Imediatamente me senti muito aliviada [depois do aborto]. Mas é muito estressante. Eu ainda estava com muito lágrimas.

Na Inglaterra, no País de Gales e na Escócia, os abortos eletivos são legais até 24 semanas de gravidez, com abortos posteriores permitidos em determinadas circunstâncias.

A Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido, proíbe o aborto, com exceção de um sério risco para a saúde da mãe.

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Fonte: Portal Padom