Tarefa escolar sugere seleção de pessoas por etnia, religião e sexualidade

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Uma tarefa escolar intitulada “Quem deixar para trás” no caso de, um dia, a humanidade descobrir um planeta similar à Terra e precisar se mudar, se tornou o centro de uma polêmica envolvendo preconceito por etnia, religião e sexualidade.

Os alunos de uma escola de Ensino Fundamental na cidade de Cuyahoga Falls, estado de Ohio (EUA), receberam a atividade mencionada de um professor de matemática, como se fosse um exercício de lógica, mas tinha critérios que induziam a um raciocínio preconceituoso.

A denúncia foi feita por um conselheiro da Câmara Municipal (cargo similar aos vereadores no Brasil) chamado Adam Miller. A escola em questão tem alunos de sexta, sétima e oitava séries.

Segundo informações da emissora Cleveland 19, a atividade escolar dizia que na viagem espacial, apenas oito pessoas poderiam ser enviadas por conta do espaço reduzido na nave. Na sequência, a ativista apresenta uma lista que identifica pessoas por etnia, religião, sexualidade e necessidades especiais.

A tarefa, que tinha prazo de cinco minutos para ser concluída, questionava quem seria “mais merecedor” de ganhar a vaga. O passo seguinte da atividade previa que os alunos entrassem em consenso sobre quais seriam os oito passageiros da viagem interplanetária hipotética.

A lista apresentava os “candidatos” à viagem referenciando-os por características físicas, religiosas, comportamentais e de origem: “Um homossexual masculino, atleta profissional; Uma estudante internacional muçulmana de 21 anos de idade; Um asiático, órfão, menino de 12 anos”, entre outros.

No total, a tarefa descrevia 12 indivíduos, e o superintendente de educação da cidade de Cuyahoga Falls, Dr. Todd Nichols, divulgou um comunicado na última quinta-feira, 30 de setembro, dizendo que havia “acabado de tomar conhecimento da situação e estava investigando”.

Com a repercussão do caso, o professor em questão concordou em remover a tarefa da grade de sua matéria, e pediu desculpas. Ele alegou que pretendia usar o exercício como uma forma de “quebrar o gelo” entre os alunos, instigando-os a um debate sobre o raciocínio lógico.



Fonte: Gospel Mais

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